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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012







Sonhos que sonhei
Eu não posso dizer o que quero,
Me acha triste?Não sou! Palhaço?Talvez!
Eu sonho sonhos que ao despertar não terminam,
e com a realidade não combinam
Porque alimentar um pensamento do vigor passado
que já foi,se isso é esperar a aurora ao ocaso?
No lento poente da vida, o querer
está condicionado ao poder das circunstâncias que limitam
Sem empreendimento não há considerações que mereçam atenção.
És marioneta atrelada a fio como nunca se viu
Estamos um pouquinho longe do tempo
que a sabedoria era soma da experiência e idade
e o aprendizado para os pequenos, reservado,
que no meio dos velhos vivia de boca aberta,
Era só descoberta,
Dos anos1900, berços de transformações, problemas e soluções

Fiquem alertas! O mundo é um rio,só para molhar.
Vou te falar, não entra nele se não sabes nadar
ele corre para o mar,vai te levar!
Experiência não é ciência para estudar
mas angu para comer,engolir
pouco a pouco
Fran.








quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Monotonia

Monotonia,igual todos os dias
uma multidão de seres que eu não via,
me acompanha todos os dias
nas vitórias e nos fracassos.
aos meus passos fazem coro e os ignoro...
Ninguém pára pra ver no jardim o botão de rosas,
nem vê Rosa que passa vistosa e dengosa,
não têm tempo de dar ao tempo,
um tempo a contento.
É hora de voltar a ser criança,
perceber que estamos deixando de viver
Pouco a pouco a vida perde valores,
deixa-se o convívio dos amigos
A existência anda acelerada e não temos
o controle do tempo.
Não podemos perder detalhes da beleza da vida,
amores,alegrias,
e tristeza que nos faz vivos.
Vamos viver, gente! Ou fechamos cedo o expediente...
Fran.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Porque da vida
A incompreensão do porque da vida e do mundo,
talvez seja o factor que impeça entendê-la e aceitá-la
breve no suceder-se do viver e morrer.
Se me fosse dada outra vida,o passado seria separado do presente
somente pela esperança e aceitação dos desígnios de Deus
Nada impediria em um raciocínio simples, que no silencio e paz de
uma solitude, pudéssemos chegar a outra conclusão
No andar dos nossos tempos o agir veloz, o gritar da voz
e tudo ao nosso redor cria um"Como estar? como viver?"
Nisto está a ambiguidade do dilema,mas entre estas duas possibilidades
Erguem-se os valores ponderados da paz,da caridade e da benevolência
Fran.