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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Meu amor

Meu amor é ela,o que sinto por ela? Ou é tudo balela?
Esta é a confusão que o meu coração apronta .
Quando ela está perto, nada eu acerto,
Viro seu capacho, fico por baixo,
Não limpa os pés, mas me leva onde quiser
Ai de mim, mão sei porque isto aí,mas é assim
Se me afasto um pouco, a tristeza me ataca, me sinto um babaca
Pobre de mim: me pergunto,será que para todos é assim?
Será que com esta pinta de artista, vou ficar sem conquista?
desta situação.
Se o meu amor não é ela, tudo mela,se não é o que eu sinto,
por tudo isto, desisto
Fran. 

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Óculos
Jóia do meu viver, sem não posso ver.
Triste constatar,mas sem não posso ficar.
Deus me ajude sem eles, quem acode?
Frágeis e delicados.
Me ajudam no presente,ajudaram no passado.
Quando,limitado no ir e vir,
Para não deixá-los cair, não segui a onda.
paguei a conta, segurei as pontas e
Estou ai com eles, bem na ponta do nariz.
Esta jóia, nos tropeços da vida
Fez muito para mim.
Se por tristeza ou dor,os olhos lacrimejarem
Disfarçam e dizem as lentes aos presentes:
É calor, é suor !
Fran
A bengala
Eu tinha quem ajudava e sustentava,
A bengala. não me deixava cair em vala
Rompeu, ela foi pro beleléu, Que faço eu?
Esta bengala chamava-se amor Ai que dor !
Rompeu, não tenho culpa eu.
Ao suceder de tantas situações criou-se fragilidade
Cupim.
No fim quebrou Esta bengala de madeira que preservo a vida inteira
Quebrou a extremidade.
Só a ponta,no final das contas a bengala vale nesta idade
Agora a guardo e aprecio, no coração vazio
Fran