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quarta-feira, 22 de julho de 2015

Abnegação


  Abaixa, levanta, tantas vezes quantas, não posso contar,
    O vento empina a pipa,parece ir ate ao infinito,
mas o fio a domina 
.    Como o vento eleva a pipa 
o meu pensamento enaltece
a ela, 
    vento que eleva e me sustenta no vacilar da vida,
que estimula e ambiciona o futuro.
 O fio do seu saber segura e dirige
    Quem ignora este amor abnegado e obscuro
    Perdoa, meu Deus,este insano agir
que o reparar não acalma
    a alma atribulada pelo mal feito. 
fran. para Regina

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Entediado


Saio andando sem rumo,
mil pensamentos defrontam-se na mente.
Ruas, árvores, casas, carroças,praças,bondes, 
canais de água,
 Não mais.
Transeunte a tirar chapéu e reverenciar,
Não mais.
Ando constatando mais,
andando mais eu canso,me assento em qualquer canto
.Banco de madeira, de pedra,ou cimento 
Não mais.
O que acontece para nós, ditos evoluídos, que abandonamos o terno por este traje moderno? 
No entorno aqui,assim não era,
pudera, mudaram tudo o que era.
Morava aqui perto,não havia evento nem trânsito a atrapalhar da gente,os movimentos.  Bonde,cinema,barbeiro,tudo havia e a perfumar 
a via, um cheiro de padaria de nome  Savassi. 
Agora não mais.
fran.
17/07/2015