Saio andando sem rumo,
mil pensamentos defrontam-se na mente.
Ruas, árvores, casas, carroças,praças,bondes,
canais de água,
Não mais.
Transeunte a tirar chapéu e reverenciar,
Não mais.
Ando constatando mais,
andando mais eu canso,me assento em qualquer canto
.Banco de madeira, de pedra,ou cimento
Não mais.
O que acontece para nós, ditos evoluídos, que abandonamos o terno por este traje moderno?
No entorno aqui,assim não era,
pudera, mudaram tudo o que era.
Morava aqui perto,não havia evento nem trânsito a atrapalhar da gente,os movimentos. Bonde,cinema,barbeiro,tudo havia e a perfumar
a via, um cheiro de padaria de nome Savassi.
Agora não mais.
fran.
17/07/2015
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