Pesquisar este blog

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

 
Só a fé me salva
 
Vocês sabem o que é parar estacionar, paralisar
o esqueleto, e o miolo continuar a matutar ?
Isto aí !
O que é confiar ?Ter fé?
Quando menino um grande amigo era o
maior incentivador de estrepolia e parceiro.
Nele sempre confiava.
Mais forte, mais esperto, eu disperso e distraído
Se tudo dava errado, era eu o mais prejudicado.
No confiar há imprevisto.
há boa fé mas não há salvação nela.
Cá para nós, afinal de contas o que é fé?
A fé é o abandonar-se como folhas ao vento nos
desígnios de Deus e sua misericórdia
A fé é um dom de Deus?
É, mas não para distribuir gratuitamente.
Pedir não adianta, Deus a concede se merecida.
Gente, quem não quer a fé?
Todos, acho eu, a deveriam querer, mas não para deslocar montanhas,
Eu a quero para que na minha vida, eu veja tudo.
Coisas, sofrimento e alegria a glorificar Deus,
com esta fé cega da coisas do mundo.
Com a infalibilidade deste meu Deus
certamente meu Pai vai conceder-me a fé.
O  pedir ou querer não é poder.
Aqui a cuca embola tal qual uma bola e rola
Meu Pai, meu Deus estou pedindo ! 
Esta bola o mundo a emprenhou de cola
 só com o Teu querer terei poder de limpar
 e Tu meu Deus conceder e perdoar. 
 fran
 


terça-feira, 29 de outubro de 2013

 
Amigo
Amigo não é refúgio nem abrigo.
Para irmão, tens obrigação
Para amigo, consideração.
Amizade é fidelidade.
Amigo tem um espaço, um tempo, um argumento,
 no cumprir o seu momento.
Se omitir, no concordar, ou discordar,
aceitar um ou outro,
 sem opinião, é bandeira
  ao vento, sem posição, 
não é amigo.
É um perigo
fran.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

 
Ruminar
Aqui comigo, estive pensando,
 que apesar da pressa do tempo
ele dá um tempo de alento,
 Pensando no desconhecido infinito,
 aí sim, ficamos tensos e aflitos
A cabeça é máquina boa à beça, mas
Se ruminar e filosofar muitas coisas, dela só sai balela.
Na vida vive bem quem dela
se deixa levar, aproveitando o que dá, e 
de passo em passo arrasta
o seu cansaço.
Ruminar é voltar, é querer remover
o errado do passado .
 Em vão. É indelével .
Está  lá gravado.
fran
 
Amar
Considero que há uma analogia, uma semelhança
 entre geometria e o amar. 
Polígono, é quase um perfeito circulo
se composto por infinitos lados iguais.
O amar é um circulo de convivência entre dois amantes.
 Assemelham-se, não é ?
  Nos polígonos, lados não iguais os diferenciam
Na convivência, comportamentos diversos também
 Estes diversos podem estar no ser da  pessoa e
abrangem, constrangem ,contém, limitam e encerram,
anulando espaço, tolhendo liberdade, obrigando, coagindo,
 como nos polígonos com desigualdade entre lados
diferem e não  são polígonos.
 Figuras iguais é possível  sobrepor e
ocupar o mesmo espaço
Amar também, não é angústia que cria  redução de
tempo ,espaço e carência,
No amar há espaço,
não há como se opor ou sobrepor
A geometria é o estudo do espaço para
 colocar cada figura  no lugar certo
A convivência também 
 estuda como colocar quem ama 
 no lugar certo para amar
fran.
 
 
 
 

 
Tu
Meu amor!
Brisa, vento agradável e fresco
sinto ao viver ao teu lado 
  faz-me dobrar e reverenciar-te.
Minha rosa!
Sim, tu também tens espinhos
mas também perfume e carinhos.
Teu generoso amor
aceita meu jeito áspero e rugoso. 
Minha prosa
não quer alterar o fulgor desta rosa.
Esta luz clareia e difunde entre nós
a sua paz, o seu amor.
fran (para Regina)

sábado, 12 de outubro de 2013

 
Tudo bem
O tempo voa! Eu prefiro andar devagar, atolar, não em brejo, em alagado,
 quando secar fico aliviado, vou saindo calmo, não apressado.
Andar breve encurta o tempo, mas
Ora! ora!
Eu adoro a demora e fazer hora,
isto dá valor aos acontecimentos
que sucedem no momento.
Se nada acontecer
deixa para lá, vai acontecer um amanhã. 
Tinha razão Adão quando
pelado. sossegado, dos problemas afastado
vivia feliz e beato.
Mas quando pegou o pomo na mão, perdeu a razão.
Queria ser Deus 
A pressa o arruinou à beça
 . Não deu mais para sair dessa  
fran

 
Espreitar do tempo
 Agora só eu ti vejo e preservo ,
 aqui no meu pensamento como eras 
Não mais nos teus braços
é repouso  do meu cansaço 
A liberdade limitada,
era cidade, avenida, espaço, vida,
Agora viver reduziu a limitada viela
sem espaço sem ela  .
Só, não há mais nada, para sonhar . 
O espreitar do tempo a esperar
momentos do enfraquecido alento 
 aproveita a reduzir
aspiração e entusiasmo
Tempo, tempo ! Tu corres veloz,
 me abandonas só, nem na saudade
 tem mais consolo,
só tristeza e dor.
fran


sábado, 5 de outubro de 2013

 
Meu amor
 
Chamar de meu amor, meu doce e bela, tudo balela,
  Não é coisa da minha prosa
Tu mulher, és parceira, companheira, esposa,
És outra coisa.
Talvez diga: Te amo! Uma vez por ano,
 ou te chamar também, de: Meu bem! 
Por isso te digo:Boa! Não à toa.
Precisa santidade para aguentar tanta adversidade.
Tudo é questão de jeito.
Ela é um amor que tenho ao peito e não nego,meu chamego
É pequena, calma, serena. Provocada? Sai da cena.
Ela não é perfume,é essência
Da vida, minha enciclopédia.
 Deus a tenha aqui,ate que o meu dia venha.
fran