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sábado, 12 de outubro de 2013

 
Espreitar do tempo
 Agora só eu ti vejo e preservo ,
 aqui no meu pensamento como eras 
Não mais nos teus braços
é repouso  do meu cansaço 
A liberdade limitada,
era cidade, avenida, espaço, vida,
Agora viver reduziu a limitada viela
sem espaço sem ela  .
Só, não há mais nada, para sonhar . 
O espreitar do tempo a esperar
momentos do enfraquecido alento 
 aproveita a reduzir
aspiração e entusiasmo
Tempo, tempo ! Tu corres veloz,
 me abandonas só, nem na saudade
 tem mais consolo,
só tristeza e dor.
fran


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