A bengala
Eu tinha quem ajudava e sustentava,
A bengala. não me deixava cair em vala
Rompeu, ela foi pro beleléu, Que faço eu?
Esta bengala chamava-se amor Ai que dor !
Rompeu, não tenho culpa eu.
Ao suceder de tantas situações criou-se fragilidade
Cupim.
No fim quebrou Esta bengala de madeira que preservo a vida inteira
Quebrou a extremidade.
Só a ponta,no final das contas a bengala vale nesta idade
Agora a guardo e aprecio, no coração vazio
Fran
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