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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

O dom do amor.
Se não tivesse nada, tenho eu, crente ou ateu, no dom de si, o Criador em mim.
No visão distorcida do contexsto da vida, identificam-se no termo amor, prazer e sexo feito de paixão, não afeto.
Pretenso amor, não como furacão avassalador que passa e deixa destruição e dor, mas quero que tu me invadas como lenta nevada, que mesmo gelada deixa o conforto do teu branco manto, que lembro e acalanto no meu solitário canto.
Adolescentes, jovems e velhos, reflitam como espelhos e sintam a vida aberta a horizontes de amor, alimento da felicidade humana.
Entendam a dinâmica que movimenta e dá sentido à vida, afim de que a tentativa de ser, e a procura da tua autenticidade não sofra, levando tudo ao engano e mágua.
Aspirando um encontro de comunhão, procurando entre grupos, quando convivendo com a diferença de sexo, encontrem o par e o amor, dividam a existência na paz.
Fran.

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