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sábado, 1 de junho de 2013

 
Choro
 Não sabia! Vocês não sabem! Eu conto!
Imaginem um feixe de elásticos.
 Esticados por mãos robustas.
Alonga limitado somente,
 pela  força aplicada e pela resistência do feixe.
No caso a mão robusta,
A vida sem limites que lhe estabeleça obstáculos.
Os elásticos, feixe, essência de   
Amor, carinho, aprendizagem, pertinácia e amizade   
Que a família e amigos unem nestes ideais.
O estar longe por prolongado tempo,
A falta desses estímulos, prejudica, desgasta e  fragiliza.
Tristeza e a saudade negam qualquer bem-estar que ajude,
Desprezam os que me convenceram do que levou a estar ali.
Um simples vibrar de uma corda de violão, um toque de teclado.
O simples assobio romântico de um andante, o observar o pico de um monte, ou o flutuar de um barco em manso rio,
Dói...
A brisa no vale da cidade que oscilava as águas do lago,
Balançava o barco, que delicado, me embalava.
Tudo agora está lá, longe de mim.
Muito tempo passou, o meu ombro curvou.
Minha mente cansada, um tanto velada lembra.
Dos montes, do vale, das castanheiras.
Vocês meus amigos de mim, esquecestes tudo, ou o falar ficou mudo?
Por que do estar longe, a saudade não tem piedade?
 Do que eu tinha, tenho saudade, mas era aurora.
Agora ao ocaso é só uma história.
Fran.
 
 


Um comentário:



  1. Em 22 de maio de 2013 08:32, Maria Carmen Dolabella escreveu:










    22 maio 2013
    OI FRAN,
    Estou acabando de ler "seus poemas"... aliás, lindos.
    Vou escrever uma "coisinha" para você na hora que for entregar o caderno,
    ok/ Abraços Maria carmen

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