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domingo, 17 de abril de 2016

Tempo
Vejo o tempo passar lento, levando  
noites,dias e tudo o que há e havia.
A saudade,o querer e tantas coisas minhas 
que tinha e gostava,também levou 
Levou a liberdade no andar deixando-me
a vagar entre gente que o meu estar não vê a contento
e não condizem com o meu dizer julgado sem valor
O passar do tempo com o pretenso respeito,afasta, isola
 e não facilita avançar o meu titubeante andar
No andar do tempo forma-se na córnea 
algo como uma névoa que turva a vista,
o ouvido pouco a pouco enfraquece também,
 tudo parece me levar para  além.
Com o tempo, amadurecem as frutas,nascem as flores
 mas no andar do tempo, quem nasceu  faz tempo, cansado quer alento
O andar do tempo só não perturba o amor, que no seguir deste caminho estreito e tortuoso,cinge-nos, 
mantendo-nos na união estreita e perene, no benéfico equilíbrio.
fran.

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