Manhã
Como sempre a lengalenga de todos os dias
A mesma gente,a mesma rua,a mesma monotonia,
Hoje a julgar o agitar das plantinhas
dos vasos que enfeitam na janela e o céu cinza,
um friozinho parece dominar e aconselhar
um agasalho para o caminhar.
Vou desistir de ir ?Não, o dever é insistir.
No espelho do elevador. Que horror.
me componho um pouco, penteio os cabelos e no
carro saio,estou na rua.
Vejo uns de passos apressados, outros apreciando a demora a bajular cachorro, fazem hora e
despistando fazem da via publica privada do cachorro.
Que horror,que odor,onde está o tomar conta ?
No cruzar das ruas, pedestres, cachorros, bicicletas, motocicletas,
carros e carretas,benditas sejam todas elas,eu só atravesso quando passaram todas
Eu vou caminhar,sem pressa para voltar
É um saco para ir até lá,a caminhar, para quem já custa o andar
Entre aprontar ir e voltar, para esta empreitada gasta a matinada
Falo, falo e não digo onde caminho.
Dizem que é lugar de bando de ajeitados,
que depois de enfartados são reabilitados,
Mil metros para andança cercados de vegetação,
ás vezes com um ventinho frio, outros dias com um sol de lascar.
Uns pelados, outros agasalhados, o mundo é bonito porque variado, gente trabalhando e pelejando nas ruas
No mato, bichos silvestre na boa, zanzando na sua
fran.
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