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sexta-feira, 15 de julho de 2016

Pensamentos que flutuam
Parecia o dia ter pressa, saiu nem vi
quando dei fé o céu já cinza,escurecia anunciando a noite,
Olhava da janela o acender ora cá, ora lá,
parecia salpicar as luzes nas ruas do morro.
Não sei se impressão ou verdade, mas um ventinho frio percorre as minhas costas, é querer  me aconselhar o tépido calor da cama ?Certamente é.
Hoje o cansaço me pegou, juntou com minuta dor no corpo inteiro,me intriga !  Vou dormir !
Deitado olhando o sofito, o sono vaga na sombra e não pousa em mim, Todos os barulhos da rua são empecilho.
Escuto um roncar de motor, é ônibus lá longe que se  aproxima, já próximo os faróis iluminam a rua e uma ténue luz varou uma fresta da janela,projetando-a no sofito à direita.  
Um raio com formato de um ponteiro de relógio,
ao aproximar do ronco intensifica também a luminosidade, deslocando o raio pra esquerda,rumo ao meio do sofito,
Quando do centro o ronco se afasta, diminuí também a luminosidade do raio 
 Achei interessante o fato,o vi como uma parábola.
Do nada,um barulho,um raio projeta-se, em um mundo escuro.
Ambos surgem,crescem tem uma meta, 
O centro alcançar iluminando e rompendo o silencio, avançar no caminho para fazer mais    
 Quando  o barulho e a luz que ilumina, abrandam, é silencio e paz de uma luta vencida 
Boa, não é ?
fran

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