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quarta-feira, 23 de julho de 2014

 

O tempo urge
Dias após dias.
Como viver estes dias sem fazer?
O lembrar o passado ora sedimentado na mente
é pesar e tristeza de não mais realizar.
Quanto o tempo limitou o meu  fazer!
O que justifica o laborioso trabalho de uma vida
que reuniu experiência e saber?
 Desejo e vontade de oferecer, encontra
embaraço e recusa por um pensar e agir,
agora diferente, que desanima e nos inibe.
Já no escuro da noite, a mercê do ócio
propício a pensar o passado 
O tempo é eterno a lembrar e fadigar a mente,
 espertando e negligenciando o sono,
 ruminando feitos meus e de parceiros, agora na vida eterna
Não é lamento, é o constatar  que o tempo passou e que  
 ninguém ouse desafia-lo.   
fran.



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