Destino
Uma pequena fenda, deixa um fio de luz entrar e cortar a
escuridão do quarto, não só,
mas apressa o fim da noite e adianta o dia.
O que vale se ajeitar de novo no tépido calor da cama?
O galo cantou, o cão latiu
dever é sair deste doce fazer nada e enfrentar a jornada.
Não é barbada, lavar a cara com água gelada,
cortar a barba e deixar a cara pelada,
pentear os cabelos, pouquinhos, ralos e finos
escovar os dentes que estavam ausentes,
abandonados, em cima do criado,
É o novelo da vida que o destino
desenrola aos pouquinhos
fran.
ResponderExcluircristina.magni@bol.com.br
20:57 (Há 11 horas)
Quê bacana!!! Ótima percepção e sensibilidade... beijos
Mais uma vez, gostei pai! Boa tarde!
ResponderExcluirBj
Elisa
ResponderExcluirOi, Fran
O texto - bem irônico e divertido- traduz impaciência consigo mesmo.
É o seu destino ?
Iara