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sábado, 12 de julho de 2014

 
 
 
Destino

Uma pequena fenda, deixa um fio de luz entrar e cortar a
escuridão do quarto, não só,
mas apressa o fim da noite e adianta o dia.
 O que vale se ajeitar de novo no tépido calor da cama?
O galo cantou, o cão latiu 
dever é sair deste doce fazer nada e enfrentar a jornada.
Não é barbada, lavar a cara com água gelada,
cortar a barba e deixar a cara pelada,
pentear os cabelos, pouquinhos, ralos e finos 
 escovar os dentes que estavam ausentes,
abandonados, em cima do criado,
  É o novelo da vida que o destino
desenrola aos pouquinhos
fran.

3 comentários:














































































































































































  1. cristina.magni@bol.com.br
    20:57 (Há 11 horas)
    Quê bacana!!! Ótima percepção e sensibilidade... beijos

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  2. Mais uma vez, gostei pai! Boa tarde!
    Bj
    Elisa

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  3. Oi, Fran
    O texto - bem irônico e divertido- traduz impaciência consigo mesmo.
    É o seu destino ?
    Iara

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